Ein süßes Kätzchen

Um doce gatinho

Um doce gatinho, daqueles bem bonitinhos, só que de rua, estava caminhando por muros, muito pensativo e atento a muitas coisas, como é natural de um ser de sua espécie. Ele avista algo ali no chão, uma forma bem conhecida por ele e comumente apreciada. O doce gatinho vai em direção a ele. O ratinho falou a ele:

– Mas que majestoso dia, não é, meu senhor? Uma cerúlea azul com poucas nuvens. Essas belas vielas nunca me pareceram, digo-to, tão belas quanto agora. E quanto a ti, o que me dizes?

– Tenho nada pra dizer pra você! Estou com fome e é só.

– Ora essa, meu caro belo gato! Venha comigo! Em minha morada de belas mobílias tenho comida a servir-te. Não receie, peço-te, não tenho intenções maléficas e não sou um ser traiçoeiro. Desejo apenas ajudar-te. Acompanhe-me, por obséquio; causar-me-ia grande prazer.

O gato seguiu o rato. Os gatos são muito conhecidos por conseguirem, com extrema facilidade, entrar em lugares de pouco espaço. Este doce gatinho não fez diferente: ao chegar à toca do rato, ele conseguiu ali entrar. Aos poucos, a toca foi ficando menor, e o rato não parava de andar. O gato, então, quase esmagado falou ao rato:

– Senhor, senhor! Vamos parar por aqui mesmo. Continua e me traz algo de comer, pois daqui não consigo mais avançar.

Ao dizer essas palavras, o rato virou-se a ele e o ficou a encarar. De um segundo para o outro o gato estava rodeado por vários ratos. O doce gatinho, de fato, foi um doce.

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