Schweigend

Silenciosamente

E foi ali, caminhando e sentindo o ar puro daquele bosque, que veio em sua mente a resposta para uma pergunta que ele ainda não havia feito para si mesmo, ali ele entendeu o porquê de tanta angústia. Aquele rapaz ainda não tinha achado nenhuma resposta para nenhum de seus questionamentos, não por falta de pensar, nem por falta de respostas prontas ou respostas possíveis, mas porque nenhuma delas era satisfatória, nenhuma delas estava de acordo com a profundidade que ele dava às suas perguntas. Aquele era um rapaz incomum, nada do que observamos por aí, ele também achava isso, ou melhor, achava que os outros achavam isso, um olhar mais atento diria e confirmaria que sim, que aquele rapaz era incomum, mas um olhar descuidado apenas seria leviano em qualquer julgamento. Não é de se estranhar que aquele rapaz não existe mais, se existe está escondido. Como uma máquina que não estava programada para funcionar e mesmo assim estava em funcionamento, assim era ele.

To be continued…

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2 comentários em “Schweigend

  1. Amanda Reznor disse:

    Interessante, vou aguardar a continuação!

  2. Renato Luiz menze disse:

    A interrogação?
    Resposta inacabada.
    Sem entender o porquê do fim!
    Fim, infinito no metal,
    Na busca desvelada.
    Da insanidade sanada
    Da resposta, por nada!

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