Ander

Outro

Assim como não há culpa nem culpados, não há transgressão. Não há fruto que nos torne adultos nem ciência que vista o fruto. O cerne é o que há de podre e, por isso, continuará a ciência buscando pelo seio bom das coisas. Não creio que sigam uma linha reta ou torta, mas uma via sem rumo, mapa, auxílio, e assim segue, brumoso ou não. Aceito o que há, e se me pergunto o porquê de algo é por convenção, duvido jamais de sensação alguma minha, pois é do que minha existência se compõe. amalgamando-se com o estar das coisas. Defronte a mim, mil crianças, homens e mulheres rezam com claustroso fervor por estar prestes à morrer e conseguir enxergar isso frente eles. Se chorasse, choraria. Se sorrisse. sorriria. Cônscio de não haver Verdade e Harmonia, não me movo contra a ocorrência do cotidiano, não obstante fosse não sei que deus. Sobre o sangue construímos a imagem do que somos. Sob o sangue me lanço, vivendo inesperado de tal chuva, errando nas vias nodosas de azul miscidas com vermelho.

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