Und Zufriedenheit…

E sossego…

Botaram fogo no meio da imensidão florestal, raivosos, em fúria contra a persistência da chuva, que enchia os céus de branco diáfano, que se embrenhava pelos campos inóspitos, tornando-a símbolo popular de medo.

Imenso Kraken emerso das névoas que fizeram da floresta o mar — colossal, vivendo nos interregna de que provêm os caminhos dos homens, árvores da imaginação e galimatias do povo — oninvisível e onipresente.

E queima ardoroso o ódio dos homens, erguem-se torres flamejantes em pugna contra o empíreo que ousou, por longínquo tempo, arrancar-lhes a paz de calmos e aéreos éolos que acaricia os sentidos e lhes traz as mais saborosas e naturais lembranças de onde passara, e engendra historietas… E arde perene a chuva sobre a face, fomentando a destruição que traduz Deus do vetusto testamento e rememora a realidade árida: o povo da terra sofre do que gozou o altivo.

E é esse povo mesmo quem luta com a lumeosa espada, pelos próprios forjada, contra o torreão undoso e invisível dos nobres — e assim segue sua jornada a vida, até que quebre a arma ou o braço, que golpeiam o liso e imaculado mármore, que risonhamente lhes provê a luz e o fito; grita de si o Avante!, procurando uns o Kraken e a ascensão, procurando outros a bilheteria do teatro.

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Esta entrada foi postada em Sven.

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