… was will meine Einfalt bei ihrer Vielfalt!

… o que quer minha simplicidade com a complicidade de vocês!

— É preciso tomar cuidado, querido. Num mundo desses, em que pai mata filho; mãe se suicida e deixa o filho com um pai desses, esse filho deve ter sofrido muito mais do que a mãe, quem sabe, né? Quanta dor e sofrimento, né? Há muito psicopata nesse mundo, é preciso se livrar deles, saber tratar, não tratar como se fossem normais, porque não são, não exterminar, porque são humanos ainda, mas tem que tratar com médico, um médico é que sabe o que fazer com essas pessoas, né? Eu consigo sentir quem é psicopata e quem não é, eu consigo sentir só pelo olhar, quando aparecem aqui, eu vou logo e tiro daqui, ‘Olá, tudo bem? Como vai a família? Pronto, agora vai embora, vai.’, levo até o elevador e não deixo entrar, afinal, eu preciso manter uma, uma postura com meus alunos, né? Não posso deixar que esse tipo de gente se misture e causa uma confusão, não pode dar muita confiança, senão cria raízes em você, não te deixa nunca mais. Tem que se cuidar, né? Huhuhuhu… Nossa mãe…

O que o conhecimento traz, além de um cansaço alegre, é uma bondade em aceitar — do horror ao amor, sem distinção.

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