Die Hand mit dem Messer

A mão com a faca

Era uma vez uma pequena moça que tinha três irmãos, que ficavam todos ao lado da mãe, mas era posta de lado em todos os cantos, pois tinha que sair de manhã todos os dias bem cedo para duras colheitas, cavar a turfa sobre o duro solo de charneca, que ela precisava para cozinhar. Para isso, ela recebeu um aparelho antigo e gastado, com o qual ela devia fazer o árduo trabalho.

Porém a pequena moça tinha um namorado, que tinha onze anos e morava perto da casa da mãe numa colina, e agora ela vinha tanto quanto possível para perto da colina. Então ele estendeu sua mão sobre um rochedo e pegou lá dentro uma faca muito afiada, que era de muita força e tudo partia ao meio. Com essa faca ela cortou a turfa para fora rapidamente, foi para casa alegremente com o tanto necessário, e sempre que ela fosse para perto dos rochedos, bateria duas vezes neles, então estenderia a mão e receberia a faca.

Mas como a mãe notou o quão rápido e facilmente ela sempre trazia a turfa para casa, contou aos irmãos que ela precisava saber se a filha estava recebendo ajuda de outra pessoa, de outro modo não seria possível. Então os irmãos a seguiram escondidos e viram como ela pegou a faca mágica. Pegaram-na e a tiraram de lá austeramente. Depois disso voltaram para lá, deram contra a pedra, como estavam acostumados a fazer, e como o bom menino mostrou a mão, cortaram-na fora com sua própria faca. O garoto, com o braço sangrando, fugiu dali, e porque acreditou que seu amor o fizera por traição, desde então nunca mais foi visto.

Irmãos Grimm

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Schweigend

Silenciosamente

E foi ali, caminhando e sentindo o ar puro daquele bosque, que veio em sua mente a resposta para uma pergunta que ele ainda não havia feito para si mesmo, ali ele entendeu o porquê de tanta angústia. Aquele rapaz ainda não tinha achado nenhuma resposta para nenhum de seus questionamentos, não por falta de pensar, nem por falta de respostas prontas ou respostas possíveis, mas porque nenhuma delas era satisfatória, nenhuma delas estava de acordo com a profundidade que ele dava às suas perguntas. Aquele era um rapaz incomum, nada do que observamos por aí, ele também achava isso, ou melhor, achava que os outros achavam isso, um olhar mais atento diria e confirmaria que sim, que aquele rapaz era incomum, mas um olhar descuidado apenas seria leviano em qualquer julgamento. Não é de se estranhar que aquele rapaz não existe mais, se existe está escondido. Como uma máquina que não estava programada para funcionar e mesmo assim estava em funcionamento, assim era ele.

To be continued…